Burnout é doença ocupacional?

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a síndrome do burnout como doença do trabalho, ganhando nova classificação (CID-11) bem como a definiu como: “estresse crônico de trabalho”. A palavra burnout vem do inglês e significa “esgotamento”, tendo sido vinculados a ela sintomas como exaustão, frequentes dores de cabeça, mudanças de apetite, problemas gastrointestinais e de sono.

Uma consequência desta classificação é que, agora, esta discussão a respeito da Síndrome do Burnout poderá ser tratada na Justiça. Além disso, tal fato implica, sobretudo, em questões relativas à previdência, como por exemplo a concessão de auxílio-doença por acidente de trabalho durante o período da incapacidade temporária e estabilidade por doze meses, além do direito a indenizações.

Há algumas formas de as empresas prevenirem a ocorrência da síndrome do burnout em seus funcionários. São elas: respeito à jornada de trabalho do empregado, bem como de seus descansos; oferecimento de benefícios como plano de saúde; e preocupar-se com o bem-estar e qualidade do ambiente de trabalho proporcionado pela empresa.